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sábado, 18 de julho de 2015

A Inspiração de José Rodrigues dos Santos






José Rodrigues dos Santos é Jornalista um grande autor português contemporâneo. Os seus livros são sempre esperados com ansiedade pelo seu publico. Alem de todo o mistério que o caracteriza, tem sempre algum romance e a inspiração ele vai buscar à sua própria vida ou aos seus antecedentes, assim:

















No seu primeiro romance, A Ilha das Trevas, usou a sua propria vivência pessoal e profissional na ilha de Timor numa altura muito especifica.















Em A Filha do Capitão, a personagem Afonso, um dos oficiais portugueses que participa nas batalhas da I Guerra mundial, baseia-se no seu sogro



















Em A Vida num sopro, três avós do escritor servem de inspiração para uma historia que se passa nos anos 30. Nesse livro, ele junta num romance a avó materna com o avô paterno. Porem, na vida real, só se terão visto uma vez, no casamento do jornalista.
Por outro lado, o cão Nilo "tão esperto que até ia as compras sozinho" existiu na realidade.

















A personagem Zé da Paz de O Anjo Branco é o seu próprio pai, conhecido como o Dr. Paz. Em Moçambique criou uma linha aérea para assistir doentes nas aldeias, e o forte episódio da sua chegada a aldeia de Wiryamu, depois do massacre de 1972 foi uma realidade. O pai, a quem chamavam Anjo branco é quem aparece na capa do livro.














Em O Setimo selo, o agente da Interpol, Orlov, é um típico comilão que passa o tempo a comer de forma pouco civilizada. Esta personagem é inspirada num amigo do autor, mas este recusa-se a dizer quem é.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Hercule Poirot

Hercule Poirot foi a mais emblemática personagem de Agatha Christie. Fã ou não, todos conhecem a figura do senhor e do seu característico bigode. 

No anos 40, Agatha christie escreveu aquela que seria a ultima obra com o seu personagem favorito e onde se daria a sua morte. Durante 3 décadas esta e a ultima aventura de Miss marple (outra personagem carismática da autora) estiveram fechadas num cofre de um banco.
Só nos anos 70 e apercebendo-se da impossibilidade de escrever mais, permitiu a publicação de ambas, matando assim as personagens a quem tinha dado vida.
E, era de tal modo reconhecido que Hercule Poirot teve direito a um Obituário com fotografia na primeira pagina do Jornal New York Times em 6 de agosto de 1975,assinalando a sua morte.